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A estação de Cabras, fazenda pertencente ao Sr. Paulo M. Florense, numa fotografia de 1915, com a "cabrita" aguardando embarque e desembarque de passageiros. Nota-se a semelhança incrível desta estação com a de Joaquim Egídio. Repare também na bitola estreita de 0,60m. Esta locomotiva é provavelmente uma do tipo American 4-4-0 (quatro rodas-guia mais quatro rodas motrizes); veja o pequeno tamanho da caldeira e a chaminé, cujo formato "balão" evitava o excesso de fagulhas que poderiam incendiar as plantações. SUBIR

O "bondão" importado pela CCTL&F da J.G. Brill (USA) na década de 20, logo após a eletrificação da linha, um modelo fechado, similar a um vagão de passageiros: em 1953 foi substituído por um bonde de truque único, igual aos que circulavam em Campinas. Possuía duas classes de passageiros separadas por um compartimento para bagagens e dois W.C. Veja mais detalhes neste site. Repare que os coletores de energia eram do tipo lira (padrão Siemens) e não do tipo roldana simples, mais usado nos USA. Quando o veículo trafegava em sentido contrário, um dos coletores era recolhido pelo operador. SUBIR
O "bonde da Sorocabana", em 1955, na avenida Andrade Neves. Este modelo era fabricado pela J G Brill, similar aos que já rodavam na área urbana de Campinas, diferenciado pela cor verde e pelo farol de maior potência, adaptado ora sobre o teto,ora sobre o farol original, como na foto. Faziam parte da frota rodante de Belo Horizonte. Note que ele compartilhava a linha existente da CCTL&F. Percebe-se o "empenamento" muito característico destes bondes, na linha inferior do chassis, talvez devido ao fato de possuir truque único, com os eixos muito próximos ao centro do carro. Por outro lado, eram excelentes para enfrentar as curvas fechadas existentes na linha urbana. SUBIR

A família Vicentini posando ao lado da estação de Joaquim Egídio, por volta de 1950. Antigos moradores do local e vizinhos da estação até os dias de hoje, esta foto foi tirada por ocasião de uma cerimônia de batizado. Compare esta foto com a atual desta estação. SUBIR

Ponte metálica construída em 1895-96, sobre o Rio Atibaia, no sub-distrito de Sousas, por onde trafegava o trem e posteriormente os bondes. Durante a Revolução Constitucionalista de 1932 esta ponte foi parcialmente destruída pelos revolucionários a fim de dificultar o avanço das tropas getulistas à Campinas. Foto de 1960, mostrando a "parada" que havia antes da travessia sobre o rio. Veja a foto atual desta ponte. SUBIR

À direita, a estação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, em Campinas, ano de 1887. Esse prédio foi construído após a demolição da estação antiga, que estava em posição mais recuada, por se encontrar sobre um enorme formigueiro. Foi posteriormente ampliado e modificado tal como se encontra até hoje. Era também o ponto de partida dos trens do R.F.C. e sua interligação com o resto do estado. Ao fundo, atrás da linha, vêm-se as casas do bairro da Vila Industrial, um dos mais antigos da cidade e um "reduto" dos ferroviários da Cia. Paulista. SUBIR

Um bonde da J G. Brill, modelo muito similar ao que foi importado pelo CCTL&F na década de 20. Nota-se o coletor duplo de energia, do tipo de roldana, um padrão nos USA, e as diferenças nas portas de acesso. Provavelmente este modelo de bonde não possuía uma separação de classes e nem era dotado de banheiros, como eram os da CCTL&F. SUBIR

Aqui vemos a estação ferroviária de Campinas, da Companhia Paulista, foto tomada da Av. Andrade Neves, na década de 30. O "bondão" da linha de Cabras está estacionado à direita, local de seu ponto de partida. À esquerda pode-se ver um bonde que fazia o percurso centro-estação ferroviária, linha de nº5. Repare o desvio à direita, para o acesso do bondão à linha de bondes da CCTL&F. SUBIR

Bonde da CCTL&F operando em Campinas, início dos anos 60, na esquina das avenidas Francisco Glicério e Campos Salles. Os bondes frequentemente trafegavam na contra-mão, inclusive em ruas centrais como esta, mas o tráfego da época se adaptava a eles sem problemas, tanto que a ocorrência de acidentes de trânsito envolvendo os bondes e os automóveis, eram raríssimos. Os descarrilamentos também não eram freqüentes. Este era o bonde da linha No. 9 (Botafogo) SUBIR

A Avenida Francisco Glicério, em 1927, defronte ao largo da Catedral, em Campinas. À direita vemos a esquina da rua 13 de Maio, e à esquerda o bonde da CCTL&F entrando pela rua Conceição. O cine República, ao fundo à direita, foi destruído por um incêndio em 1944 (onde hoje se encontra o Edifício Catedral). SUBIR

Fotografia tomada no período em que a Sorocabana explorava o Ramal Férreo, em 1952, extraída da revista Silhueta. A estação ao fundo é a da Cia. Paulista de Estradas de Ferro. Nota-se o símbolo da EFS no carro semi-fechado, que era utilizado para transporte de carga e também como veículo de tração, uma vez que não se vê coletor de energia no carro de passageiros. SUBIR

O "bondão" da J.G. Brill, já com o "logotipo" da CCTLF, em algum local não determinado do Ramal Férreo. A data correta desta foto extraída da revista Silhueta não é conhecida, mas seguramente deve datar de logo após o início do serviço de bondes, por volta de 1919. SUBIR
Mapa topográfico da região de Campinas (cortesia do Instituto Agronômico de Campinas) publicado na década de 20. Pode-se ver nele o traçado do RFC até Cabras bem como o ramal de Santa Maria, para a fazenda Dr. Lacerda. Clique na figura para ampliá-la. SUBIR

Fotografia de 1966, vemos o bonde "Castelo", linha nº 10, estacionado no fim da linha, bem próximo a torre de caixa d´água do bairro Chapadão, em Campinas, na rua Oliveira Cardoso. Note o fim dos trilhos, de onde o bonde retornava ao centro da cidade. O coletor ainda está na posição invertida que só será corrigida após o carro se movimentar no sentido inverso. SUBIR

Fotografia de 1912, logo após a implantação dos bondes elétricos, em substituição aos de tração animal, já operados pela CCTL&F. SUBIR
Estação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, em Campinas, foto de 1946. SUBIR
© Carlos Francisco Paula Neto - última atualização em 05/08/2005
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