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Soldados de Cavalaria auxiliar no Paraná durante a Revolução Federalista, 1895. Em primeiro plano, um armado com uma Winchester. Os três em seguida estão com Mausers 1895. Acervo do Museu Paranaense. |
Esta arma do padrão Mauser 1895 foi a última clavina "verdadeira" a ser adotada pelo Exército, não tendo baioneta ou bandoleira, sendo provida com a argola logo atrás do guarda-mato, para prende-la no arção da sela do cavalo. Desta forma, pode-se dizer já estava obsoleta quando foi adotada.
Fabricada pela Ludwig Löewe na Alemanha, em 1894 e pela Fabrique Nationale, de Herstal, na Bélgica, em 1895, as vezes há confusão, se chamando umas de modelo 1894 e outras de 1895, mas na verdade só havia um modelo, oficialmente chamado de Clavina modelo 1895. Não sabemos o número que foi comprado, mas foi muito elevado – em 1901, depois da distribuição da arma às unidades do Exército, ainda havia 9.292 delas depositadas em apenas um armazém do Arsenal de Guerra, sem contar outros armazéns do Rio ou os arsenais provinciais.
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Clavina Mauser 1895 Dados técnicos: |
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Calibre: |
7x57 mm |
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Comprimento: |
94,6 cm |
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Peso: |
3,4 kg |
| Raias: |
4 a direita |
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Carregador: |
5 cartuchos |
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Alcance útil: |
500 m |
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Alça de mira: |
de 400 a 1400 m |
| Cadência de fogo (útil): |
22 tiros por minuto |
| Cadência de fogo (max): |
40 tiros por minuto |
| Velocidade inicial: |
? m/s |
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