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Alferes no Arsenal de Guerra, com Sabre República. Observe que ele está usando o uniforme de serviço e, portanto, deveria estar portanto o sabre de serviço interno. Contudo, a foto foi tirada em "condições de combate", durante a revolta da Armada (1895), justificando o uso desta arma |
Este foi introduzido para substituir o sabre 1852, nunca tendo conseguido fazer isso totalmente, contudo. Componente dos planos de uniforme do início da República, fazia par com o sabre de serviço interno, sendo esta a arma de combate do oficial. Para isso, era mais longa, tinha uma guarda fechada que protegia a mão e poucas decorações, nenhuma das quais na parte realmente importante da lâmina: a ponta, o terço final da arma, para que esta pudesse ser afiada.
Como dissemos acima, ele nunca chegou a substituir totalmente o modelo anterior de oficiais e o uso de duas armas, uma para serviço diário e outra para combate e uso com uniformes de gala, não era muito prática: o oficial teria que despender o dobro do normal.
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Detalhe do punho do sabre de serviço externo. |
Reforçando esse problema, a idéia de que a principal arma de um oficial era a sua espada, estava caindo em descrédito. A frase de Dionísio Cerqueira: "Parti, a pé (...), tendo por companheiros a minha espada, sempre fiel, a inseparável e boa amiga e um revólver Lefaucheux, em cuja lealdade, confiava muito menos", não fazia mais sentido. Os revólveres agora eram seguros e tornavam o uso de espadas em combate muito pouco provável, especialmente por parte dos oficias de infantaria.
Desta forma, o sabre república teve uma carreira muito curta. Em 1910 ele, e o sabre de serviço interno, foram substituídos por outras armas: uma espada de infantaria e um sabre de cavalaria para os oficiais.
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Sabre, com sua bainha de metal. Acervo do Museu Histórico Nacional. |