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Fuzileiro, c. 1850. Washt Rodrigues |
Este era o equipamento básico da Infantaria brasileira – caçadores e fuzileiros – das décadas de1830 e 1840, já que a carabina raiada Baker, dos caçadores, foi sendo abandonada, por causa de seus preço elevado.
A arma mais comum do período que tratamos era a de pederneira e de adarme 17, apelidada de "granadeira". Foi usada a partir de 1833, junto com a inglesa, de adarme 12, continuou a ser o equipamento padrão das forças nacionais, só sendo considerada como definitivamente obsoleta a partir de 1857. Mesmo assim, no período, novas armas foram sendo experimentadas, começando com as conversões de antigas armas de pederneira para fulminato (ver sistema de inflamação) na Fábrica de Armas da Conceição, no Rio de Janeiro. Mais tarde, com a expedição contra Rosas (1852), duas unidades foram equipadas com carabinas mais modernas.
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Fachada da Capela da Fortaleza de N. S. da Conceição, prédio onde se localizou a Fábrica de armas da Conceição. Atualmente, 5ª Divisão de Levantamento do Serviço. Geográfico do Exército. |
Finalmente, em 1857, se adotou a "família" da Minié raiada, equipamento de qualidade, resultante pela primeira vez de um grande contrato colocado diretamente na Europa para equipar toda a força terrestre com uma espingarda específica – a última a ser usada pelo Exército Brasileiro.